Perda de memória e o papel da tecnologia

A memória é uma faculdade cognitiva fundamental à preservação e continuidade da vida. No entanto, alguns fatores como o uso de drogas, estresse, insônia e doenças psiquiátricas ou neurológicas podem interferir na capacidade de reter as memórias de curto e longo prazo. Estes são apenas alguns dos hábitos que podem prejudicar ou influir na memória negativamente. Atualmente, a tecnologia também pode ser uma das vertentes, dependendo do modo e frequência de uso; smartphones, tablets, computadores e smartwatches são exemplos de como os avanços tecnológicos são capazes de conectar as pessoas em tempo integral e, por vezes, substituir o que antes era designado à nossa mente.
Estes dispositivos são utilizados como uma espécie de memória externa, percebemos em nosso cotidiano o quanto transferimos o papel de nossa memória aos incontáveis utensílios tecnológicos, de maneira que, se você não o possui, na hora que precisa, sente como se não fizesse o registro de algo da maneira que deveria.
Apesar deste cenário, ainda é difícil precisar o quanto a tecnologia de fato interfere negativamente na memória dessa geração ou seu efeito nas gerações posteriores, a despeito das pesquisas já realizadas em torno do assunto.
Diante disso, a qualquer sinal de perda de memória anormal, acompanhada de outros sintomas, recomenda-se procurar um especialista para realização de exames neurológicos até chegar a um diagnóstico correto, seguido do melhor tratamento para evolução do prognóstico.
Fonte: ABNeuro

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